sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Review Sem spoiler Quarteto Fantástico

E chegamos com mais uma review de filme ~ eeeeeh!!! ~ (Juro posto outras coisas em breve)


   Dessa vez, assisti o novo Quarteto Fantástico. Confesso que sem grande interesse, fiquei pensando no outro filme do Pedro Pascal, aquele romance lá que eu vi o trailer e n entendi nada… mas, pra ser honesta, o que eu queria mesmo era ver Jurassic Park. (eu sei, é o quinhentésimo Jurassic Park, mas eu queria ver ué) 

    A história tem seus momentos grandiosos, momentos tensos, mas não me prendeu muito não. A origem é contada rapidamente de forma até interessante, e vemos a dinâmica do grupo no presente, com os quatro morando juntos — até a revelação de que a Mulher Invisível vai ter um bebê ( mas ele é visível, no caso). Gostei dos personagens, mas eu senti que o elenco de apoio foi limitado, talvez porque não deu pra evitar de comparar com Superman. 


    O destaque pra mim foi o Tocha Humana: fiquei feliz de mostrarem ele como um astronauta inteligente, e não só o estereótipo do “mulherengo bobo” que o cinema tinha dado a ele. Joseph Quinn fez um trabalho impecável, e é ótimo acompanhar o crescimento dele depois de Stranger Things. Já com o Sr. Fantástico, confesso que em alguns momentos eu só via o Pedro Pascal, o que quebrou um pouco a imersão. Vanessa Kirby como Sue Storm entregou uma heroína forte e sem a qual todo mundo estaria perdidinho. 

    Visualmente, o filme chama bastante atenção, tendo muito mais cor que as representações anteriores do grupo. A fotografia e o clima retrofuturista, que lembram Fallout e We Happy Few (sei que esse é um futuro distopico mas amo a arquitetura dele), são uma delicinha e para mim foram o ponto alto com certeza. Por outro lado, achei o uso excessivo de CGI desnecessário, especialmente em cenas que poderiam ter usado efeitos práticos, o que teria trazido mais calor e personalidade à produção já que o clima do filme era essa coisa ambientada no passado. Nesse quesito senti uma frieza e até falta de carinho dos envolvidos na produção do filme. 

    Talvez eu já esteja saturada da fórmula Marvel, porque, mesmo com boa execução, me pareceu apenas mais um blockbuster de super-heróis. Ainda assim, dentre todos os filmes do Quarteto, este é o mais consistente e que entrega mais em história e produção sem parecer pretensioso demais. 
 A trilha sonora não marcou e senti falta de algo mais icônico, usaram um tema para o grupo mas sinto que usaram pouco. A Surfista Prateada de Julia Garner estava bem interpretada, mas a caracterização me distraiu. Também gostaria de ter visto mais efeito prático no Galactus. E Só avisando o filme tem duas cenas pós créditos. 


    No fim eu só não achei “fantástico” mesmo. É divertido e cumpre seu papel, mas não deixa aquela sensação de “uau” ao sair do cinema. 


 E você, já assistiu? Concorda comigo ou acha que eu peguei pesado?

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